sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

web - Amor é destino? ♥ parte 27

Esse é pra ÉRICAA. 


 Carol: Nossa, é perfeito! *---*
Pedro: Olha, refletindo no mar, agora. < /
Carol: UAHSAUSHAUSHUASH' – ele tava com uma carinha tão fofa – Brigada, amor.
Pedro: Brigada?
Carol: Por me trazer aqui, brigada lindo! *----*
Pedro: Que é isso, baixinha. – ele me abraçou bem fortinho, me dando um beijo na testa e sorrindo – Te amo, luz do dia! *---*
Nós olhamos nos olhos um do outro, sérios, até que finalmente nos beijamos. *-*
Carol: Eu te amo, paixão! *-----*
Ele se recostou na areia, e eu me deitei sobre ele, com o pensamento de me vingar da tarde passada, na gruta. IHOEIHOEIHOEIEOEI'
Carol: Pedro...
Pedro: Oi?
Carol: Você tem cócegas aqui? – eu mordi o cantinho do umbigo dele fazendo com que o seu corpo inteiro se arrepiasse.
Pedro: N-nãão...
Carol: E aqui? – eu beijei um dos 'quadradinhos' da barriga dele, provocando outro arrepio.
Pedro: Caaaarol...
Carol: Oi, amor? *-* – eu olhei ele nos olhos, com um sorrisinho inocente.
Pedro: Não faz isso, pelo amor de Deus! Não me tortura desse jeito...
Carol: Eu, te torturar? – eu dei mais um beijinho na barriga dele, fazendo com que ele arrepiasse de novo – Magina, amor! *-*
Pedro: Menina... – ele agarrou minhas mãos e pulou pra cima de mim, me fazendo cair de costas na areia – Não brinca comigo...
Carol:E por que não?
Pedro: Por que isso não é justo. Eu sou homem, pô.
Carol: Ah, morri de dó de você, HOMEM.
Pedro: HSUAHSAUSHAUSAH'Ás vezes eu me pergunto, por que não agarrar ela? Ela é tão fraquinha...
Carol: Fraquinha? SHUASHAUSHAUSH'Cutuca pra ver!
Ele me olhou com um sorrisinho safado e beijou meu pescoço.
Pedro: É fraquinha sim! – ele segurou minhas mãos, enquanto ia beijando meu pescoço, me fazendo arrepiar :$ - SUAHSUAHSAUSHAU' Você não é de nada, fato.
Carol: Aham... Você que é tudão. – eu fiz menção de beijá-lo, mas quando ele tocou na minha boca, eu dei uma mordidinha na boca dele < / HIOEHIEHOEHIEOHIE'
Pedro: AAAAI!
Carol: Ô, dodói. Quem mandou mexer comigo, amorzinho? *-*
Pedro: HSUAHSAUSHAUSH' Tá, sem graça. Parei.
Nós ficamos mais algum tempo deitados na areia, até que eu decidi ir pro mar.
Carol: Vem? ;D – eu me levantei e lhe ofereci a mão.
Pedro: Vô *-*
Nós saímos correndo feito doidos, até finalmente chegarmos na água *--* O Pedro entrou correndo, me puxando pela mão, quase me arrastando na areia --' Mal entramos e uma onda já me derrubou ---' EIHOIEOHEIHOEIHEOHIE' ( Oi, eu sou uma meninha de sorte, bjs. --' )
Pedro: Carol? CAROL? – ele me pegou no colo feito criancinha *-* enquanto eu me engasgava com a água do mar D:
Carol: Cof, cof! ( eu não sei como se faz 'tosse', então vai essa de gibi da Mônica, mesmo ) Pedro...
Pedro: SHUASHAUSHAUSH' Ta doida, menina?
Carol: Aaah, afoguei. --' HSAUSHAUSAHSUSHAU'
Pedro: Verdade. SHUASHAUS' Vem, vamos pra areia.
Carol: Não, vamos ficar aqui! :3
Pedro: Pra você se afogar de novo?
Carol: Não, você me pega no colo! *-^
Pedro: SHAUSAHSUAHSAUSHA'
Ele me deu um beijinho na testa e sorriu, andando pela água. Ele me segurava no colo ( tadinho :$ IHOEIEOIOHIE' ), enquanto eu dava beijinhos por todo seu rosto.
Carol: Te amo, te amo, te amo. Mas você não me dá bola. Acho que eu vou me afogar, num copinho de Coca-Cola. ^^
Pedro: Que é isso, Jesus? HSAUSHAUSAHUSAH'
Carol: HSAUSHAUS' Versinho, amor :)
Pedro: Versinho? *-*
Carol: É :3
Eu fiz biquinho, faendo charme :D HEIOIEHOEHIEOEHI' Ele deu uma mordidinha na minha bochecha e me deu um selinho.
Pedro: Tá, gata. Vamos sair da água :)
Carol: Ah, por quê? Ta tão legal aqui! *u*
Pedro: Porque nós ainda não comemos nada, e eu to com fome!
Carol: Ô, tadinho. Quer que a namoradinha frita um 'zóião' pra você, amor?
Pedro: HSUASHAUSHAUSAH' Quero! *u*
Carol: Beleza. Me leva até a cozinha, que eu providencio isso pra você, paixão ;D
Pedro: No colo?
Carol: Não, amor. Na carroça --'
Pedro: Ah, fala assim não... :1 – ele fez carinha de triste e me olhou, todo charmosinho. *-*
Carol: HSUAHSAUSHASUH' Oooun, que lindinho! *----* Vontade de morder você, gotoso! *o* SHAUSHAUSAHU'
Pedro: Morde, benhê u.u
Carol: Sério? *-*
Pedro: Não
Carol: É sério sim! – eu fui dar uma mordidinha leve, mas sem querer mordi a boca dele forte demais :o EHIOIHEOEIHOEIOEI'
Pedro: AAI! – ele me soltou na água, e eu fiquei de pé, na frente dele.
Carol: Ai, amor. Desculpa! Foi sem querer! :(
Pedro: Sem querer???
Carol: É. Vem, deixa eu limpar.
Pedro: LIMPAR??? D:
Carol: Limpar, amor...
Ele fez pose, com carinha de criança que caiu da bicicleta. IHEOHIEOHI'
Pedro: Eu não acredito que minha própria namorada me arrancou sangue, Caroline.
Carol: Mas foi sem querer, amor.... Vem, deixa eu dar beijinho que sara! *-*
Pedro: Ta doendo, assassina. – ele fez biquinho, e a gente selou *-* EOIHOEIHEOI'
Pra ser sincera, nem era um MACHUCADÃO.... Era só um buraquinho pititico, mas, como sempre, ele fez um escarcéu ---'
Nós saímos da água, pegamos nossas coisas e voltamos para o hotel. Chegamos lá umas 9:3O, e fomos tomar banho.
Pedro: E então, qual o acordo?
Carol: Acordo?
Pedro: É. Tomamos banhos em banheiros diferentes, ou no mesmo banheiro?
Carol: No mesmo.
Pedro: Sério? *-* – ele me deu um sorrisinho safado.
Carol: Claro, amor! – eu fui até ele, fazendo menção de beijá-lo, mas apenas peguei a toalha na mão dele e sorri – Mas eu vou primeiro!
Ele ficou me olhando com cara de bobo, enquanto eu corri pro banheiro, morrendo de rir. Eu entrei, fechei a porta e liguei as torneiras da banheira ( odeio isso --' ).
Depois de tomar um belo banho de banheira, eu me vesti no roupão, soltei os cabelos e saí. Ele estava deitado na cama, com um vídeo game nas mãos, completamente sexy *---*
Carol: Posso tirar uma foto? *-*
Pedro: Não, aproveita ao vivo.
Carol: SHUAHSAUSHAUSAH' Como você é besta, menino. – eu saí da porta e me deitei ao lado dele.
Pedro: HUm, cheirinho de sabonete... – ele se aproximou do meu pescoço, me fazendo arrepiar.
Carol: SHUASHAUSHAH' :$ – eu corei e ele sorriu – Vai tomar banho não?
Pedro: Depois da tizora que a senhora me deu, resolvi que não vou mais tomar banho -.-
Carol: Você vai feder, amor...
Pedro: HSUASHAUSHAUH' Não vou!
Ele se virou sobre mim, me olhando nos olhos.
Carol: Hm, cheirinho de mar... SHAUHAUSH'
Pedro: Eu? :O
Carol: Aham :) Tá fedendo peixe salgado *-*
Pedro: Mentira! – ele sorriu, me mostrando a língua.
Carol: É verdade, amor. :/ Mas ta diliça ;D SHAUSHASUAHSUAAHSAUH'
Ele pulou pra fora da cama, vermelho de rir. Pegou outra toalha numa gaveta e foi pro banheiro.
Eu me levantei e fui até nossas malas, peguei uma saia e uma blusinha verde folgada, um biquíni preto e me vesti.
Quando ele saiu, eu estava em frente ao espelho, me maquiando :D Ele veio até mim com aquele cheirinho de banho tomado *-* e me abraçou, molhando um pouco as costas da minha blusa. Eu olhei em seus olhos através do espelho, séria.

HHAAAAAAA
amanhã tem maaiis. *__*
TA FOFO NÉ? EUU SEIII.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

web - Amor é destino? ♥ parte 26

Pedro: Tá com fome, amor? :D
Carol: Mais ou menos, por quê?
Pedro: Sua barriga ta fazendo barulho...
Carol: SAUHAUAHAUAHUSHAUS' Ela ta conversando com você, bobo.
Pedro: Sério? *-*
Carol: Aham --' – ele se virou um pouco mais, encostando a orelha gelada na minha barriga – Aaai, Pedro! Faz cócegas!
Pedro: Faz? – ele se encostou um pouco mais, fazendo cócegas de propósito ¬¬'
Carol: Faz! Para! :x
Pedro: E se eu fizer assim? – ele deu um beijinho na minha barriga, me fazendo arrepiar – Ah que lindinha *-* Arrepiou!
Carol: Isso não é lindinho, seu sem graça! – ele beijou minha barriga de novo, e novamente eu tive um arrepio – Para, Pedro!
Pedro: Não, isso é legal! – eu fiz menção de empurrá-lo pra água, mas ele foi mais esperto e segurou as minhas mãos – Olha que legal!
Ele segurava as minhas duas mãos juntas, enquanto beijava minha barriga e assoprava meu umbigo --'
Carol: P-Pedro... É s-sério! Paaaaaa... HSUAHSAUHSAUHSAUSHAUH' Paaara-a!
Pedro: Não paro! :}
Carol: Pee... Pedrooooooo
Pedro: Olha aqui... HUSAHSUAHSA' Ta toda arrepiadinha. Eu te deixo assim, Carol?
Carol: Quê que você a-acha? ¬¬
Pedro: SUAHSUAUSHAUSHA' Acho isso legal!
Carol: Você vai ver, senhor P-Pedro. Eu voooou me vingáár de você!
Pedro: Vai nada... – ele soltou minhas mãos e me beijou, delicadamente.
Depois de um tempo, nós voltamos ao hotel pra jantar ( umas O6 da tarde --' ). O Pedro segurava na minha cintura, e me dava beijinhos na bochecha, vez ou outra *-*
Bruno: E aí, Cinderelas. Divertiram?
Carol: Você é quem me responde, Romeu. Divertiu? – eu olhei pra ele e pra Marina, e eles ficaram vermelhos.
Bruno: Eu me diverti imensamente! ;D – ele me mostrou um anelzinho de côco no dedo.
Pedro: Que liindo! *------* Um anel de côco *o* – ele fez uma carinha fofa e olhou pra mim – Como se diverte com um anel de côco? :B
Carol: HUSHSAUSHAUSAH' Como, Bruno?
Bruno: êr. ¬¬ Isso é uma aliança, brow. Por enquanto é isso que prende eu, com a minha linda! – ele abraçou a Marina, deixando ela ainda mais sem jeito.
Carol: SÉRIO? Aaaaaaaaaah, parabéns amiga! *-----* – eu corri pra abraçá-la e o Pedro cumprimentou meu irmão.
Pedro: Aê, brother. Truta de responsa! SHUAHSAUSHAUSHA'
Bruno: Só, mano – ele olhou pra mim e puxou meu braço – Ô, dá pra largar a MINHA namorada? Tó, fica aí com esse magrelinho pra você! – ele me empurrou o Pedro e nós rimos.
Carol: Magrelinho? Rá, ele dá dois de você!
Bruno: Qual é, mana. Ele nem chega aos meus pés. – ele olhou pra Mari e fez cara de gostosão – Né não, Má?
Marina: Mente não, amor. É feio! HSUASHAUSAHSUAHSA' – o Bruno ficou com a maior cara de tacho possível, então ela apertou as bochechas dele e lhe deu um selinho.
Marina: Brincadeira, bobo. Você é LINDO! :*
Bruno: Tá, chata D: Olha eu acreditando em você...
Carol: Ai que lindo esses dois! Vontade de MORDER *-------* SHAUSHASUAH'
Pedro: Morde eles não, morde eu! :B – namorado atacado, eu tenho *-* :B
Eu olhei pra ele, fazendo aquele biquinho lindo, enquanto a Mari e o Bruno riam. Ele parecia uma criancinha, muito, muuito, MUITO perfeito! *o*
Carol: Mordo, mordo. Por quê não? :} HSUAHSAUHASUAHS' – eu cheguei pertinho dele bem devagar, e dei uma mordidinha de leve no pescoço dele, sentindo sua pele toda arrepiar :9 – Gostou?
Pedro: Ô... ;9
Marina: Ta bom, gente safada. Vamos almoçar, que eu to morta de fome! *-*
Nós fomos pro restaurante onde o almoço seria servido, em casais ( eu e o Pedro, a Má e o Bru ), sentamos em uma mesa enoorme e esperamos até que o Matheus e o amigo dele chegassem com as gurias deles.
Matheus: Nossa. Eu perdi alguma coisa por aqui? – ele olhou pro Bruno e a Mari se beijando, assustado.
Pedro: Só. SHAUSHASUAHAUSHA' Mais um casal pra nossa coleção!
Bruno: Né. SHAUSHASUAHSHASHA'
Os quatro se sentaram á mesa, e os garçons serviram o jantar. Pra variar, a maioria das coisas que eles serviam era peixe, ou frutos do mar ( coisa que eu odeio, :6 ) --'
Depois que jantamos, todos fomos para nossos quartos, inclusive eu e o Pedro.
Carol: Olha, se eu ouvir UM barulhinho nesse quarto, eu durmo no meio de vocês, ein? – eu me virei pro Bru e pra Mari, antes que eles fechassem a porta do quarto.
Marina: Eu ainda não esqueci aquele dia no hospital, tá?
Carol: HSUASHAUSHAUSHA' Odeio você, CUNHADA. *-*
Marina: Oun, CUNHADA *---*
Nós rimos, enquanto o Bruno e o Pedro se entreolhavam. Eles então entraram no quarto, e eu e o Pedro também.
Carol: Queria ser uma mosquinha, só pra ver o que esses dois vão fazer sozinhos...
Pedro: Ah, fala sério... Aqui é tão mais divertido... – ele me deu um sorrisinho meio pervertido, agarrando a minha cintura, e me dando leves beijos no pescoço.
Carol: Sério? *-*
Pedro: Aham... – ele me deu um beijo perfeito, fazendo carinho nos meus cabelos, me fazendo arrepiar. Nós fomos andando devagar até a cama, e lá deitamos. Ele me beijava com todo o carinho possível, me fazendo sentir vontade de que o tempo parasse ali pra sempre e, ao mesmo tempo, sentisse medo daquela sensação.
Pedro: Você sabe que eu te amo, né?
Carol: S-sei... – eu olhei pra ele, com medo do que ia acontecer.
Pedro: Eu sei que você tem medo...
Carol: Tá, é uma idiotice minha... Mas eu não consigo... – eu me sentei sobre a cama, olhando pros meus joelhos --'
Pedro: Não é idiotice, linda. – ele sentou também, abraçando meu ombro – Eu também tenho medo...
Carol: Você? Medo de quê?
Pedro: Como de quê? De te machucar, ué.
Carol: Sério?
Pedro: Claro... Eu vejo o medo nos teus olhos e, apesar de querer muito, eu quero que isso seja bom pra NÓS, não só pra mim...
Eu olhei pra ele, tendo toda a certeza possível de que ele me amava. Ele me olhou firmemente, como se dissesse pra mim que o nosso amor vinha antes do prazer dele.
Carol: Desculpa... Eu, eu queria não ter esse medo, mas eu não consigo... – eu apoiei a cabeça nos joelhos, com os olhos molhados – Eu sei que você é o cara certo, que você me ama... Mas não dá, eu não consigo...
Pedro: Não pede desculpa, linda. – ele segurou meu rosto com as duas mãos, sorrindo – Eu te amo, mas isso não significa que você é obrigada a se sentir pronta. Eu vou esperar o quanto você precisar, amor.
Carol: Ah... – eu voltei a chorar, pensando por que eu era tão burra ao ponto de ter medo de transar com aquele menino perfeito – É injusto com você... Eu... Se não fosse esse medo idiota...
Pedro: Fica calma, linda. Com o tempo, nós podemos superar esse seu medo... Sem pressa!
Carol: Eu te amo...
Pedro: Eu também, vida... – nós nos deitamos, olhando nos olhos um do outro, até dormirmos assim *-*
Algum tempo depois, ainda de madrugada, eu ouvi o Pedro andando pelo quarto todo, até pular ao meu lado, na cama.
Pedro: BOM DIA, AMOOOR! \o/
Carol: Bom dia...?
Pedro: E aí, ta afim de ver o sol nascer em plena praia?
Carol: Aham... Pega essa cama e leva pra lá. – eu ainda estava morrendo de sono, me virei pro outro lado e voltei a fechar os olhos :)
Pedro: Nada a ver. Anda, levanta Caroline. Nós vamos ver um nascer do sol lindão hojee! *-*
Carol: Hoje? E por que ele vai estar lindo HOJE?
Pedro: Porque eu vou estar contigo, e você vai estar comigo, baixinha. – ele me pegou no colo, e me carregou pro banheiro – Anda, Carol. Acooorda!
Carol: Não, me soolta... u.u
Pedro: Não, você não vai perder isso de jeito nenhum! – ele me carregou até a banheira e me jogou lá, de pijama e tudo --'
Carol: PEDROOO! – eu dei uma mordida no braço dele, morrendo de raiva.
Pedro: Aaaaai! – ele pulou pro lado, e deu um beijinho na mordida – Doida, quase que você me arranca a pele!
Carol: SHUASHAUSHASU’ Quem manda me tacar na água?
Pedro: hum.
Ele me olhou nos olhos por um tempo, com um sorrisinho tentador nos lábios, depois veio pra perto de mim.
Pedro: Posso dar banho no bebê, então?
Carol: USAHUSAHSUAHSAU’ Não. Você pode sentar ali na cama e esperar o "bebê" tomar banho sozinha.
Ele fez uma carinha triste e beijou a minha mão.
Pedro: Véi, você só corta o meu barato...
Carol: Eu sei. (66
Ele saiu e fechou a porta, então eu tirei meu pijama molhada -.- tomei um banho rápido, pus um roupão felpudo e saí.
Carol: Que tal? – eu dei uma rodadinha e pisquei pra ele.
Pedro: Look perfeito pra uma praia, né? :}
Carol: Como você é bobo ¬¬
Pedro: Aham. O SEU bobo. – ele saiu da cama e veio me abraçar, todo cheio de charme. *-*
Carol: Você ta querendo me tentar, né?
Pedro: Tô conseguindo?
Carol: Talvez...
Pedro: Ah, tá – ele mostrou a língua pra mim e pegou uma toalha – Vou tomar banho, falsinha. Se arruma logo, pra gente poder sair :)
Ele entrou no banheiro e eu fui até a minha mala ( preguiça de desfazer... ), peguei um maiô PERFEITO que minha mãe tinha comprado pra mim ( verde, com uns detalhes pratas e decote nas costas *-* ), e um shortinho branco. Prendi o cabelo num rabo de cavalo, passei um protetor solar no rosto, e estava passando protetor nos braços, quando ele saiu do banho. Só de toalha, com o cabelo molhado e a barriga a mostra (6), liindo *o*
Pedro: Oi, moça bonita. Posso ajudar? :)
Carol: HHSAUSHASUAHSUAH' Claro! *-* Passa protetor nas minhas costas, moço ;D
Pedro: Passo, passo. Por que não? – ele pegou o frasco das minhas mãos, e eu virei as costas pra ele.
Ele pôs um pouquinho de protetor nas mãos e espalhou pelas minhas costas, suavemente. Depois que espalhou tudo, me deu um beijo na bochecha e sorriu.
Pedro: Pronto. Ta linda. *-*
Nós saímos do quarto umas cinco da manhã e fomos para o mar. Lá, sentamos na areia e ficamos conversando, ouvindo umas musicas no MP4, falando besteiras, namorando *-* Até que finalmente o dia começou a clarear, e o sol foi nascendo, lindo *----*


comenteem se nãoo. eu não postoo maiis.
aiii leem e não comentão. kii feioo. ;D
amanhã tem maiiis.

domingo, 31 de janeiro de 2010

web - Amor é destino? ♥ parte 25

Pedro: Sabia que você ta linda, com essa cara de praieira?
Carol: Cara de praieira?
Pedro: É. Ah, sei lá o nome. Tipo hippie que toma banho, ou algo no estilo. ;)
Carol: Hippie que toma banho? SHUASHAUSHASUHASUAHSUAHSAUHS' Ai, cada coisa, Jesus... :}
Pedro: E aí, já viu a família?
Carol: A família?
Pedro: O novo casalzinho...
Carol: Mentira! *o*
Pedro: Sério!
Carol: Aaai, Jesuuuuuuus, vamos lá, Pedro! – eu fiz menção de correr, mas ele me segurou.
Pedro: Ah, qualé, Caroline. Vai me dizer que você vai atentar eles no primeiro dia de namoro?
Carol: Tá, chatice O que eu faço, então?
Pedro: Quieta o fogo e vem comigo! – ele puxou a minha mão e foi me levando em direção ao outro lado da praia.
Carol: Beleza, chefão :) Me carrega!
Ele me olhou, sorrindo, então se abaixou, pra que eu pudesse subir em suas costas. Eu subi, mordi o pescoço dele e ele riu.
Pedro: Êêê, menina pervertida!
Carol: Eeeeu? Fala isso não, guri!
Ele foi correndo pela areia, com aquela ventania na nossa cara. IEHOHIEOHEIHOEI’ Quando finalmente ele parou, nós estávamos em uma gruta, dentro de algumas pedras. A água era azul-celeste, perfeita, com alguns peixinhos coloridos nadando no fundo *-*
Carol: Cara, um dia eu descubro que acordo é esse que você tem com Deus...
Pedro: Eu?
Carol: Claro. É cada lugar lindo que você me carrega, que eu desconfio que é encomendado...
Pedro: SHAAUSHAUSHAUHA' Tá, Caroline. Encomendei tudo! :D
Carol: HUm.
Ele me abraçou, me deu um beijinho na testa e me levou pela mão. Nós andamos com cuidado sobre as pedras, e num instantinho estávamos do outro lado da gruta. Ele apenas me deu um sorriso e pulou dentro da água, me molhando toda e quase me matando de susto.
Carol: PEDRO! – eu fui um pouco mais perto da água, e pude ver quando ele imergiu – QUER ME MATAR DE SUSTO, MENINO???
Pedro: Calma, amor! HSUASHAUSHAS' A água ta uma delicia, vem cá! *-*
Carol: Ta doido? Olha que monte de peixes tem ai... :o
Pedro: E daí? --'
Carol: Daí que eu não quero que eles me mordam... – morro de medo de peixe, dik.
Pedro: Eles não vão te morder, amor.
Carol: E como é que você me garante?
Pedro: Eu prometo. Só quem pode te morder sou eu. Eles não seriam burros de me afrontar desse jeito...
Carol: SHAUSHAUSH' E quem disse que VOCÊ pode me morder?
Pedro: Posso não? – ele fez biquinho, com carinha de choro.
Carol: Tá, ás vezes pode... :}
Ele riu e puxou a minha perna, me fazendo cair na água. Eu me levantei rápido, olhando pros peixinhos, com medo de que eles se enfezassem por eu ter caído na água deles
Pedro: Calma, menina. SHAUSHAUSHAUSHA'
Carol: Calma nada! Me tira daqui! :O
Pedro: Não :)
Carol: Me tira, Pedro.
Pedro: Nã-ão ♫
Carol: E se eu te bater? :x
Pedro: Eu vou te beijar.
Carol: E se eu gritar?
Pedro: Eu vou te beijar 8)
Carol: Mas eu não quero que você me beije, quero que me tire daqui! :x
Pedro: Mesmo assim, eu beijo você u.u
Carol: Pedroo. Eles vão me morder!
Pedro: Eu beijo eles também :)
Carol: Sério?
Pedro: HUAHSAUSHA' Não.
Carol: Então ok. Fica com eles.
Pedro: Eu não quero eles, quero você.
Carol: Problema de vocês
Pedro: Né não... – ele me agarrou e me puxou, me encostando delicadamente na parede. Eu tentei fugir, mas era tentação demais aquele menino inteirinho na minha frente, então eu fiquei e aproveitei ;D IHOEHIEOHIEOHIEOHEI'
Nós ficamos nos beijando por um longo tempo, até que a esperta aqui escorregou numas pedras mais lisas e conseguiu cair, batendo a bunda no fundo do lago ¬¬ ( sim, eu sou demais --' )
Pedro: Carooool? – ele me puxou de baixo d'água rapidamente, e me colocou pra fora do lago, me sentando na beirada – Tudo bem, amor? :}
Carol: Aaai, não! A minha bunda ta doendo...
Pedro: Deixa eu ver, linda. Um beijinho e sara! SHAUSHAUSHAUSHAU'
Carol: Fala sério, ein?! ¬¬
Pedro: Zueira, linda! :D Deita aí que passa :)
Carol: SHUASHAUSHAUSAHSH' Ai, Jesus. Só eu mesmo ¬¬ – eu me deitei na beirada do lago, e puxei a bolsa pra apoiar a cabeça.
Pedro: Verdade.... – ele riu e nadou pro outro lado – Sempre você estraga o meu clima...
Carol: EU estrago o seu clima?? Claro... É você que ta com a bunda doendo, né?
Pedro: Eu ofereci um beijinho, você que não quis!
Carol: SHUAHASSHAUHASU' Você não existe mesmo...
Ele ficou um tempinho me olhando, com uma carinha pensativa, e foi chegando mais perto, devagar. Quando chegou ao meu lado, ele se apoiou nos cotovelos e sorriu pra mim.
Pedro: Eu amo você! :)
Carol: Aah, eu que te amo! – ele se aproximou mais e me deu um selinho, depois voltou a me olhar, sorrindo.
Pedro: Cara, você não tem noção do quanto é importante pra mim. Você é a minha vida, Carol *-*
Carol: Você também, meu divo :} Eu sabia que te amava, mas a cada dia que passa eu percebo que você é ainda mais essencial pra mim!
Ele deu um sorrisão e me beijou, feliz. Eu retribuí o beijo com a mesma emoção, até terminarmos com um selinho estalado. Depois ele riu e falou:
Pedro: Posso deitar?
Carol: Aonde?
Pedro: Aí, ué. – ele apontou pro cantinho onde eu estava deitada.
Carol: Aqui não vai caber. Nós vamos cair.
Pedro: Aaah, eu quero deitar!
Carol: Deita aqui! :) – eu apontei pra minha barriga, pra que ele apoiasse a cabeça.
Pedro: Pode? :}
Carol: Eu não ofereci?
Pedro: Tá, mandona. Já deitei!
Ele apoiou a cabeça na minha barriga e ficou flutuando na água. Durante um bom tempo ficamos em silencio, olhando pro 'teto', até que ele me olhou, com uma carinha divertida.


amanhã tem maiis. 
não deixem de ler
e comentar isso faz com que euu
não deixee de postar. INCENTIVA.
bijux

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

web - Amor é destino? ♥ parte 24

Olhaaa gente se vcs não deixarem comentários
nos posts. como vou saber que tão lendoo
isso dá incetivoo então.
COMENTEEEM.! COMENTEM..!


Pedro: Não era melhor ter avisado que você ia entrar? – ele falou baixo, perto de mim.
Carol: Ah, a Mari é minha amiga, e o Bruno é o meu irmão. Quê que tem a gente entrar?
Eu olhei pra ele, e ele olhou pra varanda. Adivinha quem tava se agarrando lá? Sim. Isso mesmo. Minha melhor amiga e o meu irmão. Eu cheguei mais perto, sem acreditar que aquelas duas 'onças', que brigavam 24 horas por dia, estavam se BEIJANDO
Carol: Quem são vocês?? – eu perguntei, meio besta ainda, e só então eles foram reparar que nós estávamos lá.
Mari: CAROL? – ela empurrou o Bruno, quase jogando ele pela sacada. O.O
Carol: Eu! *-* Quê vocês estavam fazendo? õ.O
Bruno: Adivinha... – o Bruno reapareceu de trás das cortinas, ainda se recuperando do empurrão.
Mari: Amiga, nós...
Carol: ... Precisamos conversar! – eu olhei pra ela séria, depois puxei meu irmão e o Pedro pra fora do quarto – Amor, me espera lá na praia, ok?
Pedro: Tudo bem... – ele puxou o Bruno e eles foram embora.
Carol: Pronto, dona Marina. – eu puxei ela até a cama e sentei ao seu lado – Dá pra me explicar porque que eu nunca sou informada das coisas?
Mari: Amiga, eu ia te contar... – ela já estava com os olhos embaçados – Quer dizer, não tinha nada pra contar...
Carol: Como não??? Eu encontro a minha melhor amiga e meu irmão se beijando escondido... Isso tá looooonge de ser nada...
Mari: Ai, Carol. Não é nada SÉRIO, ué.
Carol: Não parece não ser sério, amiga. – eu olhei pra ela, e várias lágrimas escorriam por seus olhos.
Mari: Ele me agarrou, eu não queria...
Carol: Não queria...? Sei. – eu olhei pra ela, desconfiada – E desde quando você anda "não querendo"?
Mari: Algumas vezes... A gente se beijou, no dia em que nos conhecemos, e você pediu pra ele me levar em casa...
Carol: Mentira! Deeeeeeeeeus.... *o* - eu não conseguia acreditar – Amigaaaa, como você não me contou???
Mari: Ah, ele se desculpou, Carol. Eu achei que ele não queria, então fiquei com vergonha de te contar... :$ – ela estava vermelha feito um pimentão.
Carol: Mas e nas outras vezes?
Mari: Na sua festa de aniversário... Nós estávamos na cozinha, sozinhos, então fomos conversando, conversando...
Carol: Hum...
Mari: Aí a gente ficou... Mas como ele não falou mais nada depois disso, eu não te contei...
Carol: Mais alguma coisa?
Mari: Er... Quando o Pedro estava internado... Ele foi me levar até lá...
Carol: Até no hospital??? Ai meu Deus, que pervertidos... :o
Mari: Quem vê pensa que você não tava sentada no colo de um paciente só de toalha, né...
Carol: ... E que mais?
Mari: Que mais o quê?
Carol: Como o quê? Que mais aconteceu?
Mari: Ah, daí eu briguei com ele e ele prometeu que não ia mais fazer isso, mas hoje...
Carol: Hoje...?
Mari: Ai, não sei... Ele veio vindo pra perto de mim, eu não consegui desviar...
Carol: Ou você não QUIS desviar...
Mari: Também... :$ Ai, amiga.
Carol: Você gosta dele, Má. *-*
Mari: O QUÊ? Eu??? Magina, Carol. Nunca!
Carol: Olha pra mim, Marina. – ela olhou pra mim por um momento, depois desviou o olhar – Você gosta dele sim! Não tem porque esconder, amiga! :}
Mari: Mas... Ele não gosta de mim...
Carol: Quem disse isso?
Mari: Ah, ele nunca quis nada sério, Carol. Nem sequer comenta sobre esse assunto comigo... :/
Carol: Ele gosta de você... – lembrei do dia em que eles se conheceram: ficaram cheios de papinho, depois, quando eu pedi pro Bruno levar ela em casa, ele voltou todo vermelho. Eu conheço meu irmão, sabia que ele sentia alguma coisa por ela. Só me arrependia de não ter percebido antes.
Mari: Como você sabe?
Carol: Ele é o meu irmão, bebê. Conheço ele desde que eu nasci. Vem, vamos pra praia! *-*
Nem deixei que ela me respondesse, já fui pegando suas coisas e pondo dentro da bolsa. Peguei um biquíni liiindo de dentro da mala e joguei pra ela.
Carol: Bora pro mar! :D
Algum tempo depois, nós descemos. Ela estava morrendo de vergonha de olhar pro Bruno, então logo arrumou um pretexto pra sair de fininho. -'
Mari: Carol, vou ali comprar uma água de côco, tá?
Carol: Aaai, Jesus... Vai, Marina.
Eu continuei andando pela praia, até ver o Pedro.
Carol: Oi amor, cadê o Bruno?
Pedro: Tá ali sentado, todo autista --' E a Mari?
Carol: Ela gosta dele, Pedro.
Pedro: É? Ah, então empatou :)
Carol: Ele confessou, né? :}
Pedro: Aham.
Carol: É, ela também... :) Vamos lá falar com ele?
Pedro: Ah, acho melhor você ir sozinha. Afinal, vocês são irmãos, eu só iria atrapalhar...
Carol: É... Melhor a gente conversar á sós mesmo... Brigada amor! *-*
Pedro: Nada, linda. Vou dar uma andadinha por aí, viu?
Carol: Beleza :) – ele me virou as costas e foi andando, até que eu o gritei e ele olhou pra trás, voltando até mim – Não esquece: esse terreiro é só meu, não quero saber de piriguete ciscando
Pedro: Pode deixar, patroa. – ele fez uma carinha de 'bom aluno' e riu – Qualquer piriguete que passar, eu farei questão de contar que esse terreiro é propriedade particular! ;D
Carol: Bom menino! *-*
Eu dei um selinho nele e fui em direção ao meu irmão.
Carol: E aí? – eu me sentei do lado dele e olhei em seus olhos. Ele apenas me olhou, sem dizer mais nada – Você gosta dela?
Bruno: Quem? Eu?
Carol: Não, magina. To falando com esse coqueiro ali.
Bruno: Tá -' Gosto sim, por quê?
Carol: Porque ela também gosta de você.
Bruno: A Marina? Ah, qualé. Ela nunca quis nada sério comigo.
Carol: Ela me disse o contrário!
Bruno: Ela gosta de mim? *-*
Carol: O que você acha? :}
Bruno: Mas véi, ela me deu maior toco outro dia...
Carol: Claro. Você ta sempre querendo agarrar ela, e nunca fala de compromisso.
Bruno: Ah, ela sempre me corta. Como eu posso falar de algo sério? :/
Carol: Pois é por não falar sério que ela te corta, esperto.
Bruno: Confuso, isso... :s
Carol: Já sei. Sabe o que precisa acontecer? Vocês dois precisam falar sobre o mesmo assunto!
Bruno: Qual?
Carol: Ai, Jesus... ¬¬ Qual é o seu interesse, amorzinho???
Bruno: Aaah, ta. Mas sei lá, Carol. Depois que você me viu "agarrando" ela, tenho certeza que ela tá com raiva de mim...
Carol: Qualé, Bruno. Ela gosta muito de você, se já não te ama. Você acha mesmo que sabendo que você também ama ela, ela iria ficar com raiva de você?
Bruno: É...
Carol: Então! Vai lá e fala com ela! *-*
Bruno: Você tem razão! Eu vou! Onde ela ta?
Carol: No quiosque -'
Bruno: Beleza. Volto com uma algema no dedo.
Carol: Rá. Espero que sim.
Ele foi para o quiosque, e eu pude ver a Mari arregalando os olhos ao vê-lo. Aaaaah, era a primeira vez que eu 'chocava' um casal, era tão lindo *------* Eles foram andando devagar pelo quiosque ( ambos muito vermelhos ), até sumirem.

Eu resolvi aproveitar aquela praia lindona, então tirei as rasteirinhas e fui andando calmamente pela beira do mar, deixando que as ondas tocassem meus pés *-* Era lindo ouvir o barulho do mar, o vento batendo nas palmeiras, os passarinhos cantando... Já ouviu falar em "som da paz"? Pois é, é esse mesmo! *--*
Eu parecia estar flutuando, ouvindo apenas esses sons, me esquecendo do resto do mundo... De repente o Pedro chega e me abraça, dando beijinhos no meu pescoço *-*

AHASHASHASHA
Amanhã tem maissss.
hummm que diriaa o Burno e a Mariii? rs//♥
HAAA tah emocionante isso *__*

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

web - Amor é destino? ♥ parte 23

Eu apenas olhei pro Pedro, ele sabia qual o problema. Ele também me olhou, sério, e foi na minha direção.
Pedro: Valeu aí, moleque. Depois a gente se fala. – ele abriu a porta e me chamou – Vem, amor :) – eu fui, com receio de que nos dessem uma bronca por ele estar de toalha no corredor :D
Nós andamos até o 'nosso' quarto, então ele entrou e eu fechei a porta.
Pedro: E então, qual o problema? – ele foi até a mala, pegando algumas roupas.
Carol: Você é que tem que me dizer. Por que só EU não sabia dessa história? – eu me sentei na cama e olhei pra ele.
Pedro: Que história?
Carol: Todo mundo dividido em casaizinhos...
Pedro: Carol...
Carol: Pedro? – eu cruzei os braços e olhei pra ele.
Pedro: Quando eu fiz as reservas aqui, só conseguiram nos arrumar quatro quarto, então a gente se dividiu...
Carol: E eu não sabia por...? -'
Pedro: Não sei por que você não sabia... Eu achei que alguém ia falar contigo, por isso não falei... – ele se encostou na parede, olhando pra mim.
Carol: E quem é que vai dormir na mesma cama que eu? Você ou alguém?
Pedro: Eu...
Carol: Custava me contar?
Pedro: Eu já falei...
Carol: Tá. Mas se eu vou dividir o quarto contigo, quem deveria querer saber a MINHA opinião?
Pedro: Você não quer?
Carol: Não é essa a questão...
Pedro: Claro que é. Estamos falando disso, se você vê problema em dividir quarto com o seu namorado, é porque você não quer...
Carol: Nada a ver... :$
Pedro: Então você quer?
Carol: Aaai, Pedro. Fala sério.
Pedro: Tá com medo de mim?
Carol: Medo? Por quê?
Pedro: Você sabe.
Carol: Não...
Pedro: Não? – ele chegou mais perto de mim, me olhando nos olhos.
Carol: Eu confio em você, Pedro. Mas o que os outros vão pensar? :$
Pedro: Todo mundo sabe que a gente não fez nada...
Carol: O QUÊ??? Você andou fofocando sobre a nossa vida particular com todo mundo??
Pedro: Não, Caroline -' Mas dá pra ver na nossa cara, né?
Carol: Por quê?
Pedro: Por que o quê?
Carol: Por quê dá pra ver na nossa cara? :o
Pedro: Ah, sei lá. A gente não é soltinho feito os outros... – ele riu.
Carol: Não somos...
Pedro: Pois então... :)
Carol: Mas e os meus pais?
Pedro: Eles não sabem...
Carol: Eles não sabem?
Pedro: Eles não sabem. '-'
Carol: E eles vão saber?
Pedro: Se você quiser... Eu acho que tanto a sua mãe, quanto o seu pai confiam na gente, então...
Carol: Ao ponto de nos deixar dormir na mesma cama, em um resort, numa praia influenciável?
Pedro: Praia influenciável? SSHAUSHAUSHA' Acho que sim...
Carol: Sim???
Pedro: Claro. Eles confiam na gente, você não acha?
Carol: Eu nunca dormi contigo numa praia com o consentimento deles, pra saber... :B
Pedro: Cara, a gente já passou a noite toda fora, no dia do nosso aniversário de UM ANO de namoro. Por que embaçariam numa praia?
Carol: Tá. Deixa quieto. :l
Pedro: Ok :) – ele se desencostou da parede e veio até mim, com um sorrisinho charmoso – Mas que história era aquela, de praia influenciável? :}
Carol: HSAUSHAUSAHS' Você não existe... – ele sorriu e me abraçou.
Pedro: Não, não existo. – ele beijou meu pescoço de leve, me fazendo arrepiar – Realmente, essa praia me influencia...
Carol: Para, menino... – eu dei um pulo pro lado, saindo de perto dele – Isso é maldade...
Pedro: Isso é maldade? – ele me olhou incrédulo, depois apontou pra mim, olhando meu vestido – ISSO é maldade!
Carol: SHUAHSUAHSAUSHAUSAHS' Tááá; --'
Eu mostrei a língua pra ele e levantei.
Carol: Que tal irmos pra praia, Pedrinho?
Pedro: Oun, como você é fofa. *-*
Carol: Eu sou, né? Então, vai ou não?
Pedro: Aham, to prontinho! ¬¬ – ele olhou pra toalha na sua cintura.
Carol: Hm, ta mesmo...
Pedro: Pior que ela faz essa cara de tentação, e depois EU é que vou preso, Senhor... – ele olhou pra cima, 'falando' com Deus – Olha aqui, menina. Para de fazer charminho pra mim, se não eu não respondo pelos meus atos.
Carol: É? (6) ( aham, eu seduzo :B IHOEIEOIEOHEIOI' )
Ele riu com uma carinha safada, pegou uma cueca e uma bermuda e foi pro banheiro. Eu fui até uma penteadeira, arrumei meus cabelos, arrumei minhas coisas ( óculos, protetor solar, creme pro cabelo, chapéu, toalha, MP4, etc. ) na bolsa :)
Carol: Peeeeeeeeedro?
Pedro: Oooi?
Carol: Quer levar alguma coisa sua na minha bolsa?
Pedro: Tipo o quê? – ele saiu do banheiro, lindo lindo lindo e lindo. *-----*
Carol: Cadê a sua aliança?
Pedro: Você quer levar ela na bolsa?
Carol: Não. Quero que você leve ela no seu dedo, isso sim.
Pedro: E por quê?
Carol: Pra nenhuma piriguete ciscar no meu terreiro, ué...
Ele riu, deixando aparecer aquelas covinhas lindas. *-*
Pedro: Pode ficar tranqüila, amor. Esse terreiro aqui é seu, e de mais ninguém.
Carol: Humf, bom saber! – eu dei uma beliscada na barriga dele *----* e ele pulou – Caso contrário, meu bem, você seria um terreiro morto!
Pedro: Ah é, gatona? – ele beliscou minha barriga também, por cima do vestido, me fazendo pular – Pois é bom você por a aliança no meu terreiro também, por quê se não, cabeças vão rolar!
Carol: Sério? Hm...
Pedro:Hum' o quê?
Carol: Nada não, to só pensando... :) Tá pronto?
Pedro: Pensando...?
Carol: Tá pronto, sim Vamos *-*
Eu peguei minha bolsa na penteadeira, soltei o cabelo e puxei ele pela mão, feito criancinha. Fechei a porta do nosso quarto e bati no quarto da Mari, então entrei e puxei o Pedro.


Amanhão tem amiii gente.
UIII a coisa está é bom com o Pedro
e a carol. ele são fofos. *__*

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

web - Amor é destino? ♥ parte 22

GENTEEE DESCULPA A DEMORA ESTOUU UM 
PUCO ATORDOADAA. mas hj vou postar um montee.
: D

Carol e Bruno: Oi gente! o/ – eu e meu irmão entramos no carro, e todos já estavam lá, apertadíssimos.
Carol: Boa noite... :)
Pedro: SHSUAHSAUSHA' Boa noite, Carolzinha. – o Pedro sorriu.
Pedro: Boa noite nada, mulher! – ele sentou no banco de trás – Boas férias, isso sim!
Carol: Aaaah, verdaaaaaaade! *-------*
Eu sentei no banco da frente, do lado do Pedro, e dei um selinho nele.
Carol: Bom dia, amooooooor! *---*
Pedro: Bom dia, princesa! – ele retribuiu o selinho e sorriu – Pronta pra curtir a praia?
Carol: Prontíssima! *-*
Nós demos um tchauzinho pra minha mãe, que estava na porta, e seguimos pra estrada. Nossa, eu estava mega ansiosa pra que chegássemos logo. Eu precisava sentir o cheirinho do mar, pôr os pés na areia... :}
Nós viajamos por aproximadamente três horas, até finalmente chegarmos num Resort Hotel, liiiiindo *o* Tinha vários coqueiros em volta dali, e a praia era logo á frente, com uma areia branquinha, o mar e o céu azulzíssimos... Cenário de filme, só podia ser... *----*
Nós deixamos o carro e as malas em frente ao hotel, para que os funcionários manobrassem e guardassem nossas coisas, então, todos corremos para a praia.
Os meninos foram os primeiros a chegar, com exceção do Pedro, que vinha de mãos dadas comigo *u*
Carol: Pode correr com eles, amor. Eu vou com as meninas.
Pedro: Magina, que eu vou deixar de ver de pertinho a primeira vez que você entra no mar...
Carol: SHAAUAHSUAHSUAHSAUH' Mas vai dar pra você ver...
Pedro: Correção: eu não só quero ver, eu quero sentir! ;D
Ele me pegou no colo, na metade da praia, e foi correndo comigo até chegarmos ao mar. A água estava fresquinha, gostosa, e o mar tinha um cheiro inconfundível, que eu já conhecia antes mesmo de ter estado lá :B
As ondas batiam na gente, e eu e o Pedro apenas riamos, enquanto ele jogava água em mim --' Eu estava muito feliz, o Pedro sempre sabia o que me fazia bem... Eu fui chegando mais pertinho dele devagar, até alcançar sua boca, e poder beijá-lo, com o gostinho do mar *-* IHOEHIEOHEIHOEI'
Ele me abraçou forte, enquanto nós nos beijávamos mais e mais. Eu poderia ter ficado o resto da vida ali, se deixassem. Aquele era o momento perfeito, com a pessoa perfeita. Mas a certa pessoa perfeita fez questão de me tirar do mar, no colo, e me levar até o hotel --'
Pedro: Vem amor, vamos ver os quartos!
Carol: Nããããããão, eu quero o mar...
Pedro: Ah, o mar vai ficar aí, Carol...
Carol: Os quartos também.
Pedro: Tá, chata. Mas agora a gente vai pros quartos.
Eu cruzei os braços, olhando pro mar, fazendo bico. Ele me olhou todo feliz, e me deu um selinho. Um minuto depois, chegamos á uma porta de madeira, num corredor cheio de abajures. Ele sorriu pra mim e abriu a porta, então entrou comigo no colo :$
O quarto era perfeito, todo cheio de cortinas brancas, com lençóis, fronhas e todos os tecidos da mesma cor :) Tinha uma varanda com vista pro mar, que deixava tudo ainda mais perfeito, com a luz do sol entrando e batendo fraquinha sobre a cama.
Carol: Nossa, é perfeeeeeeeito! *---*
Pedro: Gostou, linda?
Carol: Se eu gostei? É lindo, amor! *-*
Pedro: Pra você, princesa! :*
Eu olhei pra ele, com um sorriso de orelha a orelha, e o beijei. Ele me apertou forte, dando voltinhas comigo, indo em direção á cama. Eu percebi que a gente ia acabar parando lá, então tratei de sair da frente, antes que ele molhasse aquela cama linda, com toda aquela água e areia :o
Carol: HSAUSHAUSHA' Não senhor! Você só encosta nessa cama quando toda essa areia voltar pro mar! – eu mostrei a língua pra ele e fui pro banheiro – Vai procurar um lugar pra tomar banho, daí a gente conversa!
Pedro: Ah, Carol... Eu to morrendo de sono...
Carol: Toma um banhozinho que melhora... – eu entrei no banheiro e fechei a porta, então ouvi a porta do quarto se fechando também. Tirei aquelas roupas molhadas e entrei na banheira, coisinha mais chique *-*, então liguei as torneiras pra que a água entrasse. Pra ser sincera, eu preferia tomar banho de chuveiro... HIOEHHOEIEOHIEHOEI', maaaaaaaas, tudo bem... :)
Depois que eu tirei toda a areia e o sal que existiam no meu corpo, eu vesti um roupão enoorme e voltei pro quarto. Sentei na cama fofinha, e logo depois vi minhas malas e as malas do Pedro, no canto da porta. Fui até lá, abri a mala e separei apenas um vestidinho lindo, e um biquíni fofo. Peguei meus chinelos e fui pro corredor, procurar os outros quartos. Bati na porta ao lado da minha:
Bruno: Quem? – era a voz do meu irmão.
Carol: A Cinderela, amor *-* – eu entrei e logo vi ele e a Má sentados, um de cada lado da cama – Marina??? Tá fazendo aqui?
Mari: Tô no meu quarto...
Eu me virei pro meu irmão e fiz a mesma cara:
Carol: Bruno??? Tá fazendo aqui?
Bruno: Tô no meu quarto, 'dois'...
Carol: É? ¬¬ Então explica, coisas...
Bruno: Explicar o que, guria? – ele fez cara de nada e mostrou a língua.
Carol: Como o quê? Marina... Bruno... Um quarto... Uma cama...?
Bruno: Tinha só quatro quartos... Você queria que eu fizesse o quê? Dormisse entre você e o Pedro? A Marina é legal, finge que não se importa em ter um cara lindão dormindo do lado dela...
Mari: Sério? Me apresenta esse cara então, porque eu ainda não conheço – ela olhou pra ele espantada e riu.
Bruno: Alôôôu... ¬¬
Carol: Quatro quartos? – eu caí no meio da conversa de novo :D
Bruno: Um, dois, três, quatro. – ele fez a cara mais monga possível --'
Mari: Você não sabia, amiga?
Carol: Não. Desde quando vocês sabem?
Mari: Desde sempre, ué.
Bruno: Hum, o Pedro quer fazer safadezas com você, né? – ele se levantou e pegou a mala – Vamos, irmã. Eu posso me espremer no meio dos dois.
Carol: Cala a boca, moleque Quieta o seu foguinho aí. Tchau.
Eu saí do quarto deles e fechei a porta. Por que o Pedro não tinha me contado? Eu segui pro quarto ao lado e bati na porta.
Menina: Quem é? – era a voz da guria que tava com o amigo do Matheus, eu mal tinha falado com ela :s
Carol: É a Carol, namorada do Pedro. Ele ta aí?
Menina: Tá não, flor. Deve estar lá no Matheus.
Carol: Beleza, brigada então.
Eu fui pra outra porta, cansada daquilo --' Bati de novo, e ouvi a voz do Matheus.
Matheus: Entra.
Carol: Matheus – eu abri a porta –, o Pedro ta aqui?
Matheus: Tá sim, tomando banho. Que foi?
Carol: Por que ninguém me contou que a gente ia dividir quarto?
Matheus: Precisa?
Carol: Claro. Todo mundo sabia, menos eu.
Matheus: E que que tem de mais, Carol?
Carol: Tem que eu vou dividir quarto com o Pedro, e não sabia disso...
Pedro: E eu não sou seu namorado? – ele saiu do banho, com a toalha presa na cintura :9
Matheus: Né... – o Matheus deitou na cama, olhando pra gente.
Carol: É... 8-)
Matheus: Então. Sem problemas, baby. – o Matheus nos olhou, mostrando a língua.

Amamanhã tem, maisss gente.
prometoo estar akiii.
E AGORA  como o pedro vaii
esplicar isso pra carol? o.O

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

web - Amor é destino? ♥ parte 21

Carol: Licença? :)
Pedro: Toda, amor. – ele tirou os fones e sorriu.
Carol: Desculpa ter saído, é que eu tava lá fora, conversando com o Matheus... – eu fui até a cama e dei um beijinho nele – Á propósito, ele disse que ta lá fora, se precisar.
Pedro: Eu sei. :) – ele retribuiu o beijo e sorriu – Ele sempre está!
Carol: É... Realmente, ele é seu amigo...
Pedro: Sempre... – ele ficou pensativo alguns instantes e sorriu – Mas vem pra cá, deixa eu te curtir!
Carol: Ai, Pedro... Não pode, eu...
Pedro: Carol. Não é contagioso, não.
Carol: E quem disse que era? – e olhei pra ele enfezada, fazendo pose.
Pedro: Não, é que...
Carol: 'É que' nada, Pedro. Faz o favor de não pensar isso de mim, porque se eu to aqui, é porque eu gosto muito de você!
Pedro: Desculpa, linda. Eu sei que eu falei besteira...
Carol: Tá. Não dá pra resistir a esse biquinho lindo, mesmo... – eu me sentei ao lado dele, e ele riu e me abraçou.
Pedro: Eu te amo, sabia?
Carol: Eu também, amor! :}
Eu olhei praqueles olhos lindos, cheios de vida e amor. Não, ele não ia me deixar, eu podia sentir! Apesar de tudo aquilo, ele ficaria do meu lado sempre, e nós superaríamos aquilo tudo juntos! *-*
Ele ficou internado por mais uma semana, e o Matheus me levou todos os dias para visitá-lo no hospital. Ele já estava melhorando, 'tomando cor', como dizia minha sogra Mas mesmo assim continuava fraquinho, por isso permanecia lá.
Finalmente, no sábado de manhã ele teve alta. *--*
Doutor: Com licença? – um médico bateu á porta, enquanto o Pedro me ajudava com o dever.
Carol: Oi, entra! :) – eu sorri pro médico, e ele entrou.
Doutor: Você é o Pedro Rocha, não é? – ele sorriu pro Pedro, olhando uma ficha.
Pedro: Eu mesmo, prazer. ;) – ele fez um charminho e sorriu.
Doutor: Rapaz, eu lhe trouxe boas noticias!
Carol: Sério? *-* – eu tava louca pra tirar o Pedro de lá.
Doutor: Sim :D A sua alta saiu, você pode continuar com os medicamentos em casa! E, ao contrário do seu último diagnóstico, você não vai precisar da quimio, por enquanto :)
Pedro: Beleeza! Doutor: MAS, com todo o cuidado possível, ok? – ele chegou mais perto e sorriu – Qualquer coisinha diferente que você sentir, corre pra cá!
Pedro: Tudo bem, então!
Doutor: Você é a namorada dele? – ele se virou pra mim.
Carol: Felizmente, sim! :)
Doutor: Ótimo. Agora eu sei que o Pedro está entregue em boas mãos! – ele piscou pro Pedro e sorriu – Promete que cuida dele?
Carol: Pode deixar. Ele vai andar muitinho comigo! ;)
Doutor: HSHAUSHAUSHAU' Bom saber!
Algum tempo depois ele saiu, e o Pedro foi tomar banho. Enquanto isso eu arrumei todas as coisas dele, tudo organizadinho numa mochila :) Ele saiu do banho, com uma toalha branca amarrada na cintura, os cabelos molhados, aquele tanquinho... (6)
Carol: Nossaaa, assim quem fica no hospital sou eu... SHAUSHAUSHAU’ :D
Pedro: Você? – ele me olhou sem entender. Eu apenas o olhei de cima a baixo, com uma cara 'engraçada', então ele ficou vermelho e se cobriu com outra toalha – Ai, você não existe mesmo... :$
Carol: SHUAHAUSHAUSHAUSHAU' Não, VOCÊ não existe! – eu fui até ele pra abraçá-lo, mas ele desviou --'
Pedro: Amor, tô todo molhado... :l
Carol: E quem disse que eu ligo? :) – eu o apertei bem forte, molhando boa parte da minha blusa – SHUAHSAUS' Ta um tesão, Pedro! :9
Pedro: Caroline... :$
Carol: HSUAHSAUSHAUSHA' Vem! Deixa eu secar o seu cabelo...
Ele se sentou na cama, de costas pra mim, e me deu uma toalha. Ele tinha deixado os cabelos crescerem um pouco mais, deixando algumas mechinhas lindas, caídas sobre a testa *-* Eu sequei o cabelo dele delicadamente, então comecei a fazer massagem nos seus ombros.
Pedro: O que você quer?
Carol: Eu?
Pedro: Claro... Tá querendo o que, menina? Me matar?
Carol: Não. Quero te aproveitar, meu divo! :*
Pedro: Então porque não aproveita? ;)
Carol: To aproveitando... 8-)
Ele riu e me puxou, fazendo com que eu caísse no colo dele.
Pedro: Aproveita? :3 – ele piscou pra mim e me beijou. Depois que o beijo terminou, ele olhou pra mim e sorriu – Oun, coisa fofa. Só você pra se aproveitar de mim dentro de um hospital...
Carol: Eu que aproveitei? Cara, você me agarrou... – eu fiz cara de vítima e olhei pra janela.
Pedro: Aham, eu agarrei --' Não pode? – ele fez beicinho, com uma carinha liinda.
Carol: Hm... Pode...
Pedro: SHUAHSAUSHAUSHA' Claro que pode! – ele voltou a me beijar, mas de repente alguém chegou na porta.
Menina: Licença? – eu gelei, parei o beijo e olhei pra ela. Era a Marina... – Nossa, que saúde ein, gente... :D
Foi aí que eu fui reparar: nós estávamos sozinhos no quarto de um hospital, molhados, e eu estava no colo dele, que estava só de toalha. :$
Carol: Ai, Marina... Fala sério... :1
Mari: Se eu não conhecesse vocês, diria que estavam pecando...
Pedro: E quem disse que não estávamos? – o Pedro me abraçou e sorriu.
Mari: Uui, pecadoooor...
Nós rimos, até que ela nos fez sinal de que meu pai estava vindo, então saí do colo dele de um pulo e ele correu pro banheiro. :D
Glauco: Oi Marinete... ( apelido besta que ele deu pra Marina, nem liga --' ) Oi filha, e o Pedro?
Carol: T-tá no banho, pai :D Ele recebeu alta, já! *-*
Glauco: Sério? Que bom, amor! – ele nos olhou e sorriu – Bom, vou lá em baixo avisar a sua mãe e a Dora, então. Não demorem, viu? :)
Mari: Tá, papiiis. A gente já desce. – ela riu, então ele mostrou a lingua pra ela e foi embora.
Carol: Êêê, Marina... Roubando o meu pai, ein?
Mari: Eu? Magina... :D Tio Glauco é brother!
Carol: Aham...
Eu sorri, peguei uma camiseta preta e um jeans na bolsa do Pedro e fui pro banheiro.
Carol: Amooor, ele já foi... HSUAHSAUSHASH' Toma, veste isso. Não quero que a Mari veja a sua bundinha linda!
Mari: SHAUSHAUSHAUSH' Quem vê, pensa que VOCÊ já viu, né Caroline?
Carol: Vi sim! u.u
Mari: Viu, Pedro?
Pedro: Não... – ela mostrou a língua pra mim e riu – Mas vai ver um dia... – ele fez uma voz sexy ( mais estranha que sexy... ), e nós três rimos aos montes.
Carol: Vou mesmo. – eu pisquei pra Mari e abri a porta do banheiro discretamente, e pude ver ele, de boxer preta. *o* – Pedroo... ♫
Ele se virou pra mim, num susto :D Cobriu-se com uma toalha e mostrou a língua.
Pedro: Ah, você eu não posso ver, né folgada?
Carol: Não. Esse é o plano. Eu te uso, você aproveita. :D
Pedro: De você? (6)
Carol: Não, da minha usação....
Mari: Usação, Caroline???? – a Mari me olhou, vermelha de rir.
Carol: Aham, usação. Procura no dicionário, bem.
Mari: SUHAUSHASUAHAU' Só se for no seu, amore.
Carol: Claro que é.
Nós voltamos no carro do Pedro: eu, ele, a Mari, meu irmão e o Matheus. Tudo feliz :B enquanto o Matheus dirigia, cantávamos "Sou praieiro ( Jammil e Uma Noites )", ou melhor, gritávamos Ah, era bom demais ter o meu Pedro ali do meu lado cantando, feliz e saudável. *----* Eu olhei pra ele, todo lindinho, e abracei ele de repente, bem forte. *---* Todo mundo olhou pra gente, e logo a Mari e o meu irmão nos abraçaram também, enquanto o Matheus dirigia e invejava IHEHOIEOHEIHOE'

Um mês passou, e finalmente chegaram as minhas merecidas férias do 2º ano *-* Agora era curtir meu tempinho com o meu amor, antes de voltar para fazer o 3º ano --'
Eu, a Má, o Bruno, o Pedro, o Matheus, um amigo do Pedro, a namorada desse amigo e mais uma guria, que devia ser um rolo do Matheus, fomos á praia *------* Era meu sonho, em todos os meus 16 anos de vida, eu jamais tinha visto o mar ao vivo, seria a primeira vez, e eu estaria do lado do meu diivo *------------------*
Nós tínhamos marcado de sair de casa umas quatro da manhã de uma segunda feira, pra voltar dali duas semanas. Eu estava disposta a aproveitar ao máximo, tornando aquelas férias ainda mais inesquecíveis do que elas pretendiam ser *-*

Haaaaaaa. como será essa viagem? *_*
HASHASHASHAS.
CURIOSAAA. 
amanhã tem mais. ;D

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

web - Amor é destino? ♥ parte 20

Carol: Bom dia? – eu sorri pra ele, fazendo ele sorrir também.
Pedro: Bom dia, vida! *-* – ele me deu um selinho e sorriu.
Carol: Tudo bem?
Pedro: Melhor agora, que a mulher da minha vida ta comigo. :}
Carol: Eu sempre estive contigo, Pedro.
Pedro: É. Mas agora eu sei que você está porque você quer, agora não tem segredos que façam você me deixar.
Carol: E você acha que eu ia te deixar, porque você ta doente? – falar aquela palavra me arrepiou inteira, e o meu sorriso se desfez.
Pedro: Você não sabe a barra que é a leucemia, Carol.
Carol: Eu não vou te deixar. Eu te amo!
Pedro: Outras já me disseram isso, mas quando vem a crise...
Carol: Outras?
Pedro: As minhas ex-namoradas. Duas, pra ser sincero. Amei cada uma de todo o coração, e elas diziam o mesmo. Mas quando eu tinha crises, ficava internado, branquelo e feio, elas diziam que era demais a 'pressão'.
Carol: E você acha que eu sou como elas?
Pedro: Não, você é diferente de qualquer outra que eu já tenha conhecido na vida. – ele tocou meu queixo, me dando um sorriso lindinho – Você é a minha vida, o meu sorriso. E é por isso que eu entenderia se você não quisesse mais, eu preferiria lembrar da gente pelo que a gente passou...
Carol: E você acha que o meu amor se limita a um namoradinho lindo e corado?
Pedro: Não, amor...
Carol: Eu te amo, Pedro. Um amor que me faz ter saudade da sua voz, do teu cheiro, dos teus olhos. Um amor que me faz acordar a noite e olhar uma foto sua, e lembrar de tudo que a gente viveu junto... – eu olhei ele nos olhos e sorri – É mais fácil você resolver me largar, do que eu.
Pedro: Então a gente vai ficar juntos pra sempre, porque é só com você que eu quero estar! *-*
A gente se abraçou, e ele me deu um beijo. Eu podia sentir esse amor que ele havia dito, saindo de cada partezinha do corpo dele, pra vir esquentar o meu coração *-* Nós voltamos a deitar na grama, e ficamos olhando aquele céu azul, com algumas nuvenzinhas brancas passando de um lado pro outro, no ritmo do vento.
Pedro: É assim que eu quero a minha vida... – o Pedro falou, depois de algum tempo.
Carol: O quê? :) – eu me recostei nos cotovelos, e olhei pra ele.
Pedro: Acordar do lado da mulher que eu amo, sentindo o cheiro dela... *-*
Carol: Eu também... :D Meus dias seriam perfeitos, se fossem sempre assim...
Pedro: Eu te amo! :$ :D
Carol: Eu te amo! *u*
Nós ficamos olhando um nos olhos do outro pelo que me pareceram horas, sem trocar uma única palavra sequer. Não era preciso. Nós podíamos sentir que o nosso amor era maior do que tudo o que nós teríamos de passar, e que nós superaríamos aquilo juntos. :}
Depois de um tempo, decidimos ir embora. Eu ainda estava feliz por ter relembrado meu primeiro beijo com o Pedro ali, mas ter recebido uma noticia tão difícil no mesmo lugar, me fez querer ir embora depressa.
Entramos no carro, e por um instante nos olhamos, aflitos.
Carol: O que vai acontecer agora?
Pedro: Como assim?
Carol: Sobre a le... – eu hesitei em falar aquela palavra, dando um leve suspiro, voltando a olhá-o – Sobre isso que tá acontecendo contigo...
Pedro: Ah, eu to legal, amor. – ele sorriu por um instante, depois voltou a ficar sério.
Carol: Você me disse que não estava reagindo... :l
Pedro: É. Eu fui ao médico há uns tempos atrás, e ele disse que eu não apresentava melhora ou piora. Mas, se por acaso eu piorasse, que teria que fazer quimioterapia.
Carol: E isso é bom...?
Pedro: Não... A quimioterapia agride muito a pessoa, eu posso perder os cabelos até... Eu não vou fazer isso.
Carol: O quê? Se isso pode salvar a tua vida, você VAI fazer. --'
Pedro: Não, não vou. :/
Carol: Pedro. Eu não quero brigar contigo agora.
Pedro: Eu menos ainda, amor. – ele segurou meu rosto entre as mãos, me dando um beijinho na ponta do nariz.
Ele ligou o carro e nós voltamos.
Terça feira, duas semanas depois.

Eu levantei ás 6:3O pra ir pra escola. Cheguei lá, já encontrei a Mari.
Mari: Oi gata.
Carol: Oi amoore.
Mari: E aí, beleza?
Carol: Sim, e você? :D
Mari: Também. – ela fez uma cara de tristeza – E aí, estudou pra prova de matemática?
Carol: E eu lá sei estudar matemática, Marina? õO
Mari: SHAHUSAHUSAHSU' É, eu imaginava isso... 8-)
Nós rimos e nos sentamos, enquanto a professora da primeira aula entrava --'
Segunda aula: matemática :o Guardamos os materiais tristemente, fizemos a prova, colamos á role :D, fingimos ser estudiosas e saímos da sala.
Carol: Aê, baby. Conseguimos! *-*
Mari: É. já que não somos inteligentes, somos espertas! SUAHSUASHSHUA'
Carol: SHUAHSAUSHAU' Pra você ver! *-*
Nós estávamos indo pro banheiro, quando uma monitora me parou, ainda no corredor.
Monitora: Você é a Caroline Lima?
Carol: Sou sim, por quê? – eu engoli em seco.
Monitora: Vem comigo! – ela apenas virou as costas, séria. Eu fui atrás, com a Mari do meu lado. Cheguei na recepção e dei de cara com o Matheus.
Carol: Matheus? :l
Matheus: Carol, até que enfim. – ele veio até mim e me abraçou.
Carol: O que aconteceu? :o
Matheus: O Pedro ta internado. :/
Carol: O quê???
Matheus: Ele tava muito fraco, então decidimos levar ele no hospital, hoje de manhã. Mas daí o médico decidiu deixar ele internado, então eu vim te avisar.
Carol: Vam'bora.
Matheus: O quê?
Carol: Bora. Vamos pro hospital. Eu preciso ver o Pedro agora! – eu peguei ele pela mão, puxando-o pra porta.
Matheus: Mas...
Carol: Mari, você pode levar minha bolsa? Depois eu passo na sua casa...
Mari: Claro, amiga. Ah, me liga, tá?
Carol: Ok. Vem Matheus.
Eu estava gelada, morta de medo que algo de ruim acontecesse com o meu amor. O Matheus voltou pro carro sem dizer mais nada, e me levou até o hospital. Eu desci do carro correndo, e logo encontrei a mãe dele no saguão.
Carol: Cadê o Pedro? D:
Dora: Ele está bem, tá no quarto. :)
Carol: Eu tenho que ver ele! – eu saí correndo de lá, sem falar ou ouvir mais ninguém. Entrei num dos corredores e fui correndo e olhando porta por porta, até que achei o Pedro num quarto. Ele estava deitado na cama, branquinho, branquinho, com os olhinhos fechados. Parecia um anjo *---*
Foi ali que eu entendi a tal da 'pressão' que as namoradas do Pedro falavam. Ver o amor da minha vida naquele estado, tão fraquinho, me deu um nó no peito, uma dor no coração. Eu fui chegando perto dele bem devagar, até que me sentei numa cadeira que estava ao lado dele, e fiquei ali, olhando ele dormir.
Ao mesmo tempo que me doía ver o Pedro naquele estado, eu me sentia mais confortável por estar ali, do lado dele, pra poder cuidar. Eu comecei a afanar os cabelos dele, bem devagar pra que ele não acordasse, mas foi em vão. Num instantinho ele abriu seus olhinhos castanhos, e eu voltei a ter um pouco mais de paz.
Pedro: Carol...
Carol: Shiiiu. Fala não, amor. – eu cheguei a cadeira ainda mais perto do Pedro e me sentei, dando um leve beijinho na bochecha dele. – Eu vou cuidar de você, tá?
Pedro: Eu te amo... – ele me deu um sorriso lindo, depois beijou a minha mão.
Carol: Eu também! *-* Dorme, lindo. Eu não vou sair daqui :) – eu apenas sorri, disfarçando o choro, enquanto fazia carinho nele. Ele também sorriu pra mim, mas num instante adormeceu.
Foi aí que eu me permiti olhar pro que estava acontecendo: eu havia saído ás pressas do colégio para ir prum hospital, visitar meu namorado que tinha leucemia.
Eu não podia acreditar que o Pedro, o MEU Pedro, que sempre me protegia e cuidava de mim, estava ali, deitado numa cama, fraquinho e pálido. Era doído demais vê-lo assim, indefeso. D:
Eu não aguentei mais e comecei a chorar. Eu lembrava de todos os nossos momentos juntos, onde o Pedro me parecia tão forte, tão acolhedor, e agora estava ali, jogado numa cama, sem forças.
Eu fiquei durante um tempo velando o sono dele, depois não aguentei mais e saí correndo do quarto. Precisava respirar e pensar um instante, então dei de cara com o Matheus, aflito.
Matheus: Carol? Como ele tá? O que aconteceu?
Carol: Ele... ele ta dormindo... Matheus, eu...
Matheus: Eu sei. Vem cá, vamos conversar.
Ele me abraçou e fomos em direção a um jardim que tinha um pouco mais á frente. Chegamos, sentamos e ele pegou as minhas mãos. Eu chorava sem me conter, enquanto ele me olhava.
Carol: Ele ta tão fraquinho...
Matheus: É. Mas ele melhora, Carol...
Carol: Eu tô com medo... eu não posso viver sem ele, Matheus...
Matheus: Que é isso, Carol. – ele me virou de frente pra ele, segurando meus ombros – ELE TÁ BEM! Fica calma. :)
Carol: Eu não consigo! Ele me disse que isso podia acontecer... Mas... Eu não tava preparada pra isso, Matheus...
Matheus: É, eu sei. Eu não devia ter te deixado entrar lá.
Carol: Não, eu precisava ver ele, estar com ele... – eu olhei ele nos olhos, soluçando – Eu... eu precisava provar pra ele que eu não iria abandoná-lo como as outras fizeram... Eu...
Matheus: Eu sei. Você é diferente delas, Carol. – ele esboçou um sorriso – Você é especial.
Carol: Mas... eu vi ele... tão fraquinho, tão... tão pálido... aquele não é o meu Pedro... doeu muito vê-lo assim...
Matheus: Eu te entendo... Em mim também dói, dói muito ver meu amigo assim... Mas eu me mantenho firme do lado dele, eu devo isso a ele...
Carol: Faz tempo que você sabe?
Matheus: Desde que ele descobriu. A gente tinha 15 anos, ele namorava uma garota... Eu fui o primeiro a saber, ele tinha medo de contar pros outros, então eu o incentivei... Mas aí a fresca da namorada dele disse que não queria namorar um cara que tinha câncer, e ele ficou muito mal com isso...
Carol: Foi por isso que ele não me contou?
Matheus: Foi. Ele tinha medo que você não o quisesse... Não que você fosse idiota como a outra, mas... ele tinha medo. – ele abaixou o olhar, tristemente – Ele já gostava tanto de você... Não queria que você o deixasse como as outras fizeram, mas...
Carol: Mas?
Matheus: Mas nos últimos tempos ele vem tido recaídas, nada muito grave. Ele se sentia fraco constantemente... vivia triste... Mas aí ele te contou tudo e você resolver continuar com ele, e tudo mudou... Ele sempre estava feliz, com um sorriso no rosto... *-* Hoje é que ele amanheceu mais fraco, mas ele está bem.
Carol: Nossa, você é um anjo pro Pedro, Matheus... Brigada! :)
Matheus: Que é isso, Carol. Ele sempre esteve comigo, sempre me apoiou... Não reconhecer isso seria burrice...
Carol: Diferente daquele Marcos... ¬¬ Ele sabe que o Pedro tem... ? – eu preferi não dizer. :l
Matheus: O Marcos? Sabe... Mas nunca pensou em ajudar o Pedro... Quando ele tem essas crises, o Marcos simplesmente some... :x
Carol: Não sei o que o Pedro ainda vê naquele lá...
Matheus: Eu também não... Ele teve coragem de te beijar na casa do P... – eu fiquei vermelha ao lembrar aquilo --' e ele percebeu – Ai, desculpa. Eu quis dizer...
Carol: É por isso que você estava tão nervoso aquele dia? – eu olhei pra ele, que corou.
Matheus: Eu não podia te contar... – ele baixou os olhos, com raiva – Ver aquele idiota te beijando, mesmo sabendo que o Pedro te amava e estava com câncer... Quer dizer... O Pedro considera ele um amigo... Como ele podia fazer uma coisa daquelas?
Carol: É... Eu odeio aquele idiota... – eu olhei pro nada, e de repente me lembrei do Pedro – Ai, Matheus. Eu prometi pro Pedro que ficaria lá com ele... Melhor eu ir.
Matheus: Tudo bem. Quando ele acordar, fala que qualquer coisa eu to aqui, tá?
Carol: Ok. :)
Eu me levantei e fui andando devagar, até chegar na porta do quarto. Eu olhei pela pequena janelinha, e vi o Pedro olhando pro Ipod, com os fones nas orelhas. Bati á porta e entrei.


AIII QUE PENA DO PEDROO. =/
amanhã tem maiss. ;D
continuaa lendoo'